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Uma nova forma de se contar "histórias"

A Prefeitura de Curitiba se diferencia um pouco dessa lógica, uma vez que não é uma empresa do setor privado, e sim o poder executivo municipal


Uma nova tendência vem surgindo no decorrer das redes sociais, como um novo braço para o branding, que dá significado a uma marca. Entender esse processo é muito mais que criar um personagem e conversar com o consumidor, é dar amplitude à marca ou entidade, criando histórias e gerando uma identidade, criada por profissionais qualificados, que descobrem os sonhos dos consumidores e os transformam em um vínculo.

O atual caso é que nas redes sociais há uma entidade pública que se destaca entre as demais, ela criou uma identidade e está ganhando um público muito maior que a população da cidade onde foi implantada. A Prefeitura Municipal de Curitiba, muito conhecida por PREFS está ganhando mídia e sendo muito feliz em suas publicações voltadas para a cidade, com intuito de dar ao seu público mais informações nas áreas de saúde, educação e outros.

Lucian Woytovicz
Lucian Woytovicz social media da Prefeitura de Curitiba retrata bem sobre a humanização de marcas e frisa sobre esse posicionamento. “Acredito que a humanização de marcas vai muito além da criação de uma mascote, personagem ou adoção de um garoto propaganda. Pra mim, a humanização deve se basear em um relacionamento verdadeiro de troca entre uma organização e o consumidor e, pra que isso realmente funcione, a empresa deve descobrir quem são nossos consumidores, o que fazem, do que gostam, quais são seus sonhos. Em resumo, estabelecer um vínculo.”

Dentre muitos métodos, a sociedade está carente de contato, e no meio online as pessoas buscam sempre esse imediatismo, com seus hábitos e desejos. Esse monitoramento de pessoas na web pode ser realizado pelas caixas de comentários de redes sociais, softwares.

Contando uma história:


“Humanizar vai muito, além disso, embora o storytelling seja uma das principais armas pra se ter sucesso. Isso gera identificação do consumidor com a marca, mas só isso não basta. Mais do que uma boa história, a experiência do consumidor no momento do consumo é o ponto chave para que a humanização seja de fato efetiva. Afinal, não basta sua empresa contar boas histórias nas redes sociais e o atendimento no PDV demonstrar inúmeros problemas.” Afirma Lucian.

O consumidor não está no Facebook atrás de um produto, e sim de histórias com pessoas e marcas. Relacionamento também é venda, é importante frisar

A certeza da criação de um personagem nunca é certa para que essa história tenha uma continuação feliz, ao ver do Social Media, a criação de um brand persona da marca tem de ser analisado através de estudos do negócio para entender qual o melhor caminho a se seguir na intenet. “Quando entramos em uma rede social, temos de ter a consciência de que uma marca é uma intrusa em um espaço criado de pessoas para pessoas. O relacionamento, neste caso, é muito mais efetivo que uma estratégia focada exclusivamente em venda, pois sabemos que o consumidor não está no Facebook atrás de um produto, e sim de histórias com pessoas e marcas. Relacionamento também é venda, é importante frisar”.


A PREFS:


A Prefeitura de Curitiba demonstra em suas redes sociais uma ideia totalmente diferente, apesar de ela não ser considerada uma empresa privada. Por ser do poder executivo municipal o produto utilizado por eles é a informação e atendimento ao cidadão, de forma interativa e criativa. Para Lucian, “quanto mais criarmos esse desejo em consumir nossas notícias, nossas mensagens afirmativas, mais temos a certeza de que esse público consumirá mais e mais do nosso trabalho. Esse é o objetivo bruto desse trabalho. No caso do atendimento realizado nas redes sociais, ele se encaixa mais como um pós venda. O cidadão consome um serviço da Prefeitura (saúde, educação e etc) e, em caso de problemas, nos procura para que o problema seja resolvido.”


As 5 fases:


No processo de adoção de uma marca nas redes sociais para a implantação de um storytelling, se dá ao uso da ferramenta de forma correta, se adequando e saber criar um bom diálogo nas redes sociais, sempre olhando quais podem ser potenciais consumidores e saber em qual época de um ciclo eles estão propensos à compra.

São eles:

Conscientização: quando o consumidor se conscientiza de que existe um determinado produto;
Interesse: quando o consumidor potencial passa a se interessar pelo produto e busca informações sobre ele;
Avaliação: quando o consumidor avalia o risco e o custo da experimentação;
Experimentação: quando o consumidor experimenta o produto e avalia se vai ou não comprá-lo;
Adoção: quando o consumidor aprova o produto e o adota.”

Esses formam as fases que Lucian relata para o início da humanização de marcas, trazendo vida e interatividade com os usuários, que de certa forma são quem vão alimentar esse novo meio de transmitir informações.

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